PG disputa Campeonato Paulista de Vôlei PPD
Modalidade surgiu na Holanda em 1953 e atualmente existe em 45 países
Por Fabricio Tinêo | 6/8/2008
Neste sábado (9), às 9 horas, em Barueri, a equipe de vôlei masculino para pessoas portadoras de deficiência (PPD) da Associação Desportiva de Praia Grande encara o time do Nossa Caixa/Cruz de Malta de São Paulo, pela terceira etapa do Campeonato Paulista da modalidade. A equipe paulistana sagrou-se campeã brasileira em junho.
Praia Grande integra o grupo 1 do certame, ao lado da Associação dos Deficientes Desportiva e Social Vicentina (Addesovi), Associação Niteroiense dos Deficientes Físicos (Andef) do Rio de Janeiro e Cruz de Malta. No grupo 2 estão Suzano A, Suzano B, Projeto Próximo Passo (PPP) de São Paulo e Associação Criança Especial de Pais Companheiros (Cepac) de Jacareí. Nas duas primeiras partidas no certame, Praia Grande acabou derrotada por 3 sets a 0, por São Vicente e pelos cariocas da Andef.
“Será um jogo bastante difícil porque eles têm muitos atletas na seleção nacional da modalidade”, afirmou o técnico Flávio Martinho da Costa.
Atuam por Praia Grande Mario, Elenilson, Helio, Alexandre, Weslley, Luís, Clóvis, Paulo e Washington. Técnicos Flávio Martinho e Vinicius Santos.
História – Em 1953, o primeiro clube esportivo para pessoas com deficiência foi estabelecido na Holanda. Em 1956, o Comitê de Esportes daquele país introduziu novo jogo chamado de Vôlei Sentado. Atualmente, conhecido como paraolímpico. Desde 1967, competições internacionais foram realizadas. Em 1978, a Organização Mundial de Esportes para Deficientes (ISOD) introduziu a modalidade nas Paraolimpíadas.
Até os Jogos de Sydney, na Austrália, em 2000, o esporte consistiu em sentado e em pé, no qual os atletas utilizam-se de próteses para jogar. Porém, de acordo com decisão do Comitê Paraolímpico Internacional, somente o vôlei sentado faz parte do programa paraolímpico atual.
Na última disputa em Atenas, o pódio masculino se formou com Bósnia, Irã e Egito. No feminino, China, Holanda e Estados Unidos asseguraram as três primeiras posições. Nos dias atuais, o vôlei paraolímpico é praticado em 45 diferentes paises. Outras informações podem ser obtidas no site: www.voleiparaolimpico.org.br .
Praia Grande integra o grupo 1 do certame, ao lado da Associação dos Deficientes Desportiva e Social Vicentina (Addesovi), Associação Niteroiense dos Deficientes Físicos (Andef) do Rio de Janeiro e Cruz de Malta. No grupo 2 estão Suzano A, Suzano B, Projeto Próximo Passo (PPP) de São Paulo e Associação Criança Especial de Pais Companheiros (Cepac) de Jacareí. Nas duas primeiras partidas no certame, Praia Grande acabou derrotada por 3 sets a 0, por São Vicente e pelos cariocas da Andef.
“Será um jogo bastante difícil porque eles têm muitos atletas na seleção nacional da modalidade”, afirmou o técnico Flávio Martinho da Costa.
Atuam por Praia Grande Mario, Elenilson, Helio, Alexandre, Weslley, Luís, Clóvis, Paulo e Washington. Técnicos Flávio Martinho e Vinicius Santos.
História – Em 1953, o primeiro clube esportivo para pessoas com deficiência foi estabelecido na Holanda. Em 1956, o Comitê de Esportes daquele país introduziu novo jogo chamado de Vôlei Sentado. Atualmente, conhecido como paraolímpico. Desde 1967, competições internacionais foram realizadas. Em 1978, a Organização Mundial de Esportes para Deficientes (ISOD) introduziu a modalidade nas Paraolimpíadas.
Até os Jogos de Sydney, na Austrália, em 2000, o esporte consistiu em sentado e em pé, no qual os atletas utilizam-se de próteses para jogar. Porém, de acordo com decisão do Comitê Paraolímpico Internacional, somente o vôlei sentado faz parte do programa paraolímpico atual.
Na última disputa em Atenas, o pódio masculino se formou com Bósnia, Irã e Egito. No feminino, China, Holanda e Estados Unidos asseguraram as três primeiras posições. Nos dias atuais, o vôlei paraolímpico é praticado em 45 diferentes paises. Outras informações podem ser obtidas no site: www.voleiparaolimpico.org.br .
