Daniel Maduro coleciona títulos no jiu-jitsu
Policial se destaca em torneios nacionais e internacionais
Por Fabricio Tinêo | 13/1/2009
O soldado de radiopatrulhamento do 45º Batalhão da Polícia Militar de Praia Grande, Daniel Maduro dos Santos, 34 anos, é um colecionador de títulos no jiu-jitsu. Nascido em Santos, ele morou por 10 anos no Bairro do Boqueirão, e atualmente reside em São Vicente. Casado com Kátia, 33 anos, tem uma filha, Ana Karina, de 7 anos. “Ano que vem, volto para Praia Grande. Me sinto muito bem aqui e minha família também prefere”, afirmou.
Competindo pela equipe Barbosa/SV, ele se sagrou tricampeão mundial, em 2004, no Rio de Janeiro, em 2006 e 2007, em São Paulo. Na categoria leve (até 70 quilos), faixa preta, Santos conquistou ainda três campeonatos internacionais, dois sul-americanos (2006 e 2008, em Florianópolis e São Paulo) quatro brasileiros, quatro paulistas e quatro do circuito paulista, que realiza etapas ao longo do ano.
“Infelizmente, nunca viajei para fora do País. Tenho capacidade para isso, mas falta patrocínio. Iniciei nas artes marciais lutando judô, em 1980, no Clube de Regatas Saldanha da Gama. Conquistei um título paulista e cheguei até a disputar vaga na seleção olímpica. Porém, em 1990, parei e resolvi me dedicar à minha família”, declarou.
O atleta revela ainda outros traços de sua trajetória. “Quando entrei na Polícia Militar, em 1999, voltei a treinar. Recomecei no judô; não sabia o que era o jiu-jitsu. Porém, um dia participei de clínica da modalidade e adorei o esporte. Em 2002, me federei e passei a competir. Isto está no meu sangue. Meu pai era professor de caratê na década de 70, no Bairro da Areia Branca, em Santos, e desde pequeno me apeguei às artes marciais. Ficava dando chutes e socos na parede”, brincou.
Contusão - Em 2007, Santos lesionou o ligamento medial (menisco) do joelho esquerdo. Tentou recuperá-lo com fisioterapia, mas teve de se submeter à cirurgia em 2008. “Fiquei um tempo parado, sem lutar e sem nenhuma atividade física. Foi um período bastante difícil. Minha família me ajudou muito nesse momento. A cirurgia ocorreu muito bem; agradeço aos médicos”.
Trabalho – Segundo Santos, o jiu-jitsu tem sido fundamental também no exercício da profissão de policial. “Lidamos com indivíduos drogados, bêbados e foras de si. O esporte nos ensina a imobilizá-los, contê-los. Não há necessidade do uso da arma na maioria das ocorrências. Já tive de usar minhas técnicas por inúmeras vezes”.
Competindo pela equipe Barbosa/SV, ele se sagrou tricampeão mundial, em 2004, no Rio de Janeiro, em 2006 e 2007, em São Paulo. Na categoria leve (até 70 quilos), faixa preta, Santos conquistou ainda três campeonatos internacionais, dois sul-americanos (2006 e 2008, em Florianópolis e São Paulo) quatro brasileiros, quatro paulistas e quatro do circuito paulista, que realiza etapas ao longo do ano.
“Infelizmente, nunca viajei para fora do País. Tenho capacidade para isso, mas falta patrocínio. Iniciei nas artes marciais lutando judô, em 1980, no Clube de Regatas Saldanha da Gama. Conquistei um título paulista e cheguei até a disputar vaga na seleção olímpica. Porém, em 1990, parei e resolvi me dedicar à minha família”, declarou.
O atleta revela ainda outros traços de sua trajetória. “Quando entrei na Polícia Militar, em 1999, voltei a treinar. Recomecei no judô; não sabia o que era o jiu-jitsu. Porém, um dia participei de clínica da modalidade e adorei o esporte. Em 2002, me federei e passei a competir. Isto está no meu sangue. Meu pai era professor de caratê na década de 70, no Bairro da Areia Branca, em Santos, e desde pequeno me apeguei às artes marciais. Ficava dando chutes e socos na parede”, brincou.
Contusão - Em 2007, Santos lesionou o ligamento medial (menisco) do joelho esquerdo. Tentou recuperá-lo com fisioterapia, mas teve de se submeter à cirurgia em 2008. “Fiquei um tempo parado, sem lutar e sem nenhuma atividade física. Foi um período bastante difícil. Minha família me ajudou muito nesse momento. A cirurgia ocorreu muito bem; agradeço aos médicos”.
Trabalho – Segundo Santos, o jiu-jitsu tem sido fundamental também no exercício da profissão de policial. “Lidamos com indivíduos drogados, bêbados e foras de si. O esporte nos ensina a imobilizá-los, contê-los. Não há necessidade do uso da arma na maioria das ocorrências. Já tive de usar minhas técnicas por inúmeras vezes”.
