Equipe de apoio nos Abertos disponibiliza estrutura à atletas
Delegação de Praia Grande conta com mais 30 destes profissionais
Por Fabricio Tinêo | 1/10/2009
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A partir do dia 6 de outubro, Praia Grande participará da 73ª edição dos Jogos Abertos do Interior (JAI), em São Caetano do Sul, com 279 atletas em 20 modalidades. A delegação esportiva da Cidade tem como peça fundamental a equipe de apoio. Os mais de 30 profissionais locais, que cuidam de cada detalhe para que os atletas e técnicos possam render o melhor possível, tem feito a diferença nos últimos anos.
“Não há duvida da fundamental importância dessas pessoas para o sucesso do esporte da Cidade. Nosso crescimento esportivo está atrelado a um trabalho de grupo”, ressaltou o secretário de Juventude, Esporte e Lazer (Sejel) José Carlos de Souza. “São funcionários que cuidam de alimentação, colchões, transporte, controle de jogos e horários, etc. Tudo tem que funcionar para não atrapalhar os atletas durantes os JAI”.
Lista - Para a 73ª edição dos JAI, que começa no próximo dia 10, reforçam a delegação praiagrandense os chefes do Departamento de Competições e Eventos, Rogério Rolim; da Divisão de Treinamento e Esportes Competitivos, Antônio Carlos Salles; e da Seção de Esportes de Rendimento, Paulo Roberto Perez Ramos, o Paulinho; além dos professores Jorge Yoshimura e Osvaldo Pinheiro.
E ainda: a secretária Nadilza Manaroulas; os assessores técnicos Fabiano Nepumeceno e Valtair de Azevedo; chefe de transportes Jorge Ramos; professores Daniel de Melo e Hallex Uller; chefe de alojamento Edcarlos Correia; responsável pela manutenção do alojamento Cláudio Lins; além de guardas municipais, motoristas, pessoal de limpeza e outros funcionários da Prefeitura.
“Preocupamos-nos com cada detalhe”, garantiu Salles. “Começamos a nos preparar para os JAI um ano antes. São muitas situações, relações nominais, estadia, alimentação, transporte, cuidados médicos, treinos, materiais esportivos, atestados liberatórios, etc. Queremos propiciar aos treinadores e atletas tranqüilidade para que façam o melhor possível dentro de quadra. Organização é fundamental”.
“O período dos JAI é uma loucura para nós”, avaliou Ramos, que chefia a delegação litorânea, em São Caetano do Sul. “Não temos hora para dormir, acordar, comer ou tomar banho. Estamos sempre atentos porque muitas coisas acontecem ao mesmo tempo e não podemos ser apanhados de surpresa. Durante os JAI, há problema com arbitragem, recursos, e às vezes e infelizmente, até brigas e tribunais desportivos”.
“Não há duvida da fundamental importância dessas pessoas para o sucesso do esporte da Cidade. Nosso crescimento esportivo está atrelado a um trabalho de grupo”, ressaltou o secretário de Juventude, Esporte e Lazer (Sejel) José Carlos de Souza. “São funcionários que cuidam de alimentação, colchões, transporte, controle de jogos e horários, etc. Tudo tem que funcionar para não atrapalhar os atletas durantes os JAI”.
Lista - Para a 73ª edição dos JAI, que começa no próximo dia 10, reforçam a delegação praiagrandense os chefes do Departamento de Competições e Eventos, Rogério Rolim; da Divisão de Treinamento e Esportes Competitivos, Antônio Carlos Salles; e da Seção de Esportes de Rendimento, Paulo Roberto Perez Ramos, o Paulinho; além dos professores Jorge Yoshimura e Osvaldo Pinheiro.
E ainda: a secretária Nadilza Manaroulas; os assessores técnicos Fabiano Nepumeceno e Valtair de Azevedo; chefe de transportes Jorge Ramos; professores Daniel de Melo e Hallex Uller; chefe de alojamento Edcarlos Correia; responsável pela manutenção do alojamento Cláudio Lins; além de guardas municipais, motoristas, pessoal de limpeza e outros funcionários da Prefeitura.
“Preocupamos-nos com cada detalhe”, garantiu Salles. “Começamos a nos preparar para os JAI um ano antes. São muitas situações, relações nominais, estadia, alimentação, transporte, cuidados médicos, treinos, materiais esportivos, atestados liberatórios, etc. Queremos propiciar aos treinadores e atletas tranqüilidade para que façam o melhor possível dentro de quadra. Organização é fundamental”.
“O período dos JAI é uma loucura para nós”, avaliou Ramos, que chefia a delegação litorânea, em São Caetano do Sul. “Não temos hora para dormir, acordar, comer ou tomar banho. Estamos sempre atentos porque muitas coisas acontecem ao mesmo tempo e não podemos ser apanhados de surpresa. Durante os JAI, há problema com arbitragem, recursos, e às vezes e infelizmente, até brigas e tribunais desportivos”.