Fiscalização interdita sete comércios
Estabelecimentos foram lacrados, durante forças – tarefas, nos dias 7 e 11 de maio
Por Monica Silva Batista | 11/5/2010
A Prefeitura de Praia Grande, através da Secretaria de Finanças e Guarda Civil Municipal, interditou sete estabelecimentos comerciais durante operações de força–tarefa, realizadas em parceria com a Polícia Militar e o Poder Judiciário. Dois bares, um estacionamento, duas borracharias e duas oficinas mecânicas foram lacrados pela fiscalização. “Os responsáveis poderão responder criminalmente por desobediência, caso descumpram o termo de interdição. Para voltar a funcionar, devem regularizar a documentação”, alertou o Chefe da Seção de Fiscalização, Ubirajara Gasparini.
A Secretaria de Finanças fechou, nesta terça–feira (11), duas borracharias, estabelecidas na Avenida Ministro Marcos Freire. No Bairro Aviação, o comércio foi lacrado porque o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) estava vencido. A outra, no Bairro Antártica, foi fechada porque o proprietário não possui alvará de localização e funcionamento nem o AVCB.
A blitz também autuou duas oficinas mecânicas, uma, localizada na Avenida dos Trabalhadores, no Bairro Sítio do Campo; e outra, situada na Avenida Roberto de Almeida Vinhas, no Bairro São Jorge. Os estabelecimentos foram fechados por irregularidades na documentação e falta do AVCB.
Na última sexta–feira (7), a força–tarefa fechou três comércios. Na Rua Flórida, Bairro Flórida, a fiscalização lacrou uma lanchonete porque o proprietário não possui AVCB nem a licença específica para manter música ao vivo. Na Rua Campinas, Bairro Boqueirão, um estacionamento foi lacrado por não possuir alvará de funcionamento.
Na Avenida Brasil, os fiscais interditaram um bilhar que não tem AVCB nem licenças para funcionar em horário especial e oferecer música ao vivo. Neste local, a Guarda Civil Municipal e a Polícia Militar também vistoriaram os veículos de clientes do bar, sendo que dois (um automóvel e uma moto) foram levados ao Pátio Municipal devido a irregularidades na documentação.
Na operação do dia 7, foram vistoriadas duas lan houses, localizadas na Avenida Presidente Kennedy, nos Bairros Real e Caiçara. O responsável pelo comércio, no Real, foi notificado pelo Poder Judiciário porque não possui autorização para atender menores de idade, após as 22 horas. No momento da fiscalização, um adolescente utilizava o serviço. O outro comércio não apresentou problemas.
A Secretaria de Finanças fechou, nesta terça–feira (11), duas borracharias, estabelecidas na Avenida Ministro Marcos Freire. No Bairro Aviação, o comércio foi lacrado porque o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) estava vencido. A outra, no Bairro Antártica, foi fechada porque o proprietário não possui alvará de localização e funcionamento nem o AVCB.
A blitz também autuou duas oficinas mecânicas, uma, localizada na Avenida dos Trabalhadores, no Bairro Sítio do Campo; e outra, situada na Avenida Roberto de Almeida Vinhas, no Bairro São Jorge. Os estabelecimentos foram fechados por irregularidades na documentação e falta do AVCB.
Na última sexta–feira (7), a força–tarefa fechou três comércios. Na Rua Flórida, Bairro Flórida, a fiscalização lacrou uma lanchonete porque o proprietário não possui AVCB nem a licença específica para manter música ao vivo. Na Rua Campinas, Bairro Boqueirão, um estacionamento foi lacrado por não possuir alvará de funcionamento.
Na Avenida Brasil, os fiscais interditaram um bilhar que não tem AVCB nem licenças para funcionar em horário especial e oferecer música ao vivo. Neste local, a Guarda Civil Municipal e a Polícia Militar também vistoriaram os veículos de clientes do bar, sendo que dois (um automóvel e uma moto) foram levados ao Pátio Municipal devido a irregularidades na documentação.
Na operação do dia 7, foram vistoriadas duas lan houses, localizadas na Avenida Presidente Kennedy, nos Bairros Real e Caiçara. O responsável pelo comércio, no Real, foi notificado pelo Poder Judiciário porque não possui autorização para atender menores de idade, após as 22 horas. No momento da fiscalização, um adolescente utilizava o serviço. O outro comércio não apresentou problemas.
