Procon denuncia empresa que vende monitor de pressão
Aparelho está sendo vendido aos aposentados para débito em folha
Por João Carlos Miranda | 15/2/2008
A venda de bens e serviços em parcelas é um atrativo para consumidores e empresários, pois a garantia do pagamento, em hipótese, deveria reduzir os juros e o risco do calote praticamente inexiste. Mas há pessoas na praça que estão se utilizando da boa fé dos consumidores, principalmente de aposentados e pensionistas, para cometerem abuso. Um destes casos é o da empresa SSV – Comércio de Aparelhos Fisioterapeuticos - ME, que teria sede em Guaianazes. O telefone que consta no contrato não atende.
“A empresa está enganando os consumidores e vendendo monitores de pressão digital com valores até 10 vezes maiores do que o do mercado. Além disso, não dá o direito de devolução”. A afirmação foi feita pelo Procon de Praia Grande, que já registrou oficialmente oito reclamações, com tendência de aumento no número segundo o coordenador do órgão, Fernando Moreira e Silva.
“Muitas pessoas estão procurando informações sobre como agir, o que é um indicador que há outros consumidores lesados”, explicou o coordenador. A ação dos vendedores é basicamente de convencimento: “Para efetivar a compra, eles pedem para ver o cartão bancário e preenchem o contrato; mesmo à revelia, o consumidor acaba recebendo o aparelho por convencimento”.
Para se ter uma idéia do abuso cometido por esta empresa, o Procon tem registrado alguns contratos onde o aparelho - que em média no mercado custa entre R$ 100,00 e 200,00, foi parcelado em 36 vezes de R$ 54,00, o que totaliza R$ 1.944,00.
Segundo o Código de Defesa do Consumidor, neste tipo de venda a empresa é obrigada a aceitar a devolução, se esta ocorrer em até sete dias, e neste caso não está sendo possível. “Já tentamos entrar em contato no endereço, em São Paulo e também por telefone. Nada conseguimos. Mas também contatamos o INSS que deve suspender o pagamento das prestações dos consumidores que entraram com a documentação junto ao Procon”, explicou Moreira e Silva.
A principal orientação é não adquirir produtos sem antes pesquisar preços. “Além disso, nunca apresentar documentos e muito menos cartões de crédito ou de contas bancárias”.
O Procon de Praia Grande funciona na Rua Jaú, nº 880, no Bairro Boqueirão, e atende de segunda a sexta-feira, das 9 às 17 horas. O telefone para informações e reclamações é 3473-6810.
“A empresa está enganando os consumidores e vendendo monitores de pressão digital com valores até 10 vezes maiores do que o do mercado. Além disso, não dá o direito de devolução”. A afirmação foi feita pelo Procon de Praia Grande, que já registrou oficialmente oito reclamações, com tendência de aumento no número segundo o coordenador do órgão, Fernando Moreira e Silva.
“Muitas pessoas estão procurando informações sobre como agir, o que é um indicador que há outros consumidores lesados”, explicou o coordenador. A ação dos vendedores é basicamente de convencimento: “Para efetivar a compra, eles pedem para ver o cartão bancário e preenchem o contrato; mesmo à revelia, o consumidor acaba recebendo o aparelho por convencimento”.
Para se ter uma idéia do abuso cometido por esta empresa, o Procon tem registrado alguns contratos onde o aparelho - que em média no mercado custa entre R$ 100,00 e 200,00, foi parcelado em 36 vezes de R$ 54,00, o que totaliza R$ 1.944,00.
Segundo o Código de Defesa do Consumidor, neste tipo de venda a empresa é obrigada a aceitar a devolução, se esta ocorrer em até sete dias, e neste caso não está sendo possível. “Já tentamos entrar em contato no endereço, em São Paulo e também por telefone. Nada conseguimos. Mas também contatamos o INSS que deve suspender o pagamento das prestações dos consumidores que entraram com a documentação junto ao Procon”, explicou Moreira e Silva.
A principal orientação é não adquirir produtos sem antes pesquisar preços. “Além disso, nunca apresentar documentos e muito menos cartões de crédito ou de contas bancárias”.
O Procon de Praia Grande funciona na Rua Jaú, nº 880, no Bairro Boqueirão, e atende de segunda a sexta-feira, das 9 às 17 horas. O telefone para informações e reclamações é 3473-6810.
